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Derrota na convenção aposenta Jayme Campos e Júlio Campos

Publicado em 31/07/2026 08:32
Derrota na convenção aposenta Jayme Campos e Júlio Campos

Os irmãos Jayme Campos e Júlio Campos, ambos do União Brasil, vão para casa, saem da vida pública depois de mais de meio século exercendo e disputando mandatos.
A aposentadoria acontece após Jayme Campos ser derrotado na convenção de seu partido, disputada na quinta-feira (30) em Cuiabá, onde a legenda decidiu que ao invés de disputar o governo apoiará o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) que tentará novo mandato. 
A informação sobre a aposentadoria partiu de Júlio Campos, momentos antes da votação. Júlio Campos afiançou que se os convencionais não homologassem o nome de Jayme Campos para o governo, eles iriam para para casa, pois a derrota seria um ato de rejeição a ambos.
Por 30 votos favoráveis ao apoio a Pivetta e 19 pela candidatura de Jayme Campos para governador, o partido passou a régua na fase convencional e agora pedirá os registros de candidatura ao TRE.  Na convenção Mauro Mendes teve o nome homologado para disputar o Senado, mas não compôs sua chapa. 
Virgínia Mendes, mulher de Mauro Mendes, está na chapa da federação União Progressista (União e PP) para a Câmara dos Deputados, mas essa chapa ainda não teve todos os nomes definidos. Também não foram definidas todas as candidaturas para a Assembleia. 
Deputado estadual e vice-presidente da Assembleia, Júlio Campos foi um dos nomes homologados à reeleição. Porém, com o anúncio de sua aposentadoria, sua escolha torna-se inóqua.
FABINHO – Entre parentes, amigos e políticos de seu grupo o deputado federal Fábio Garcia (União) é chamado de Fabinho.
Mauro Mendes teima em lançá-lo para vice na chapa de Pivetta, por duas razões e nenhuma prevalente: Fabinho não sendo candidato à reeleição cria possibilidade para a eleição de Virgínia Mendes; com ele disputando ela praticamente não terá chances. 
Além disso, Fabinho é fiel politicamente a Mauro Mendes e caso Pivetta seja eleito e resolva disputar o Senado (ele não pode ser candidato à reeleição, pois seria seu terceiro mandato) Fabinho assumiria o Palácio Paiaguás e não criaria embaraços para Mauro Mendes tentar voltar ao gabinete mais cobiçado de Mato Grosso.
Assessoria/Eduardo Gomes/blogdoeduardogomes/Caminho Político
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